Smartphones ganham importância nas compras

5 jul

Estes aparelhos são cada vez mais utilizados para pesquisas sobre compras, empresas e serviços. Levantamento da Quanti Pesquisa de Mercado mostra que, no primeiro trimestre deste ano, um em cada quatro internautas no País acessou a internet do celular com estes fins.

A pesquisa indicou que, dos 47,5 milhões de internautas ativos no Brasil, 23%, ou 10,8 milhões são donos de smartphone e acessam sites com o dispositivo. Destes, 11% já fizeram compras usando o celular, e 52% disseram que têm a intenção de fazer, caso as lojas disponibilizem ferramentas adequadas.

Humberto Perissé, diretor da Quanti, ressalta que os donos de smartphones têm, geralmente, renda mais alta, e estão dispostos a comprar produtos pela internet. Para ele, empresas interessadas em atingir os consumidores pela internet devem considerar a criação de ferramentas para estes dispositivos.

O admirável novo consumidor

4 jul

Estar online, ter uma postura ecológica, ser inteligente ou mesmo diferente são as novas tendências de consumo, diz consultoria

 
Consumidor compra Consumo Supermercado (Foto: Shutterstock)
“Brilhantismo é a nova beleza.” Parafraseando um tipo de citação muito usada na indústria da moda (grande ditadora de tendências), Henry Mason, diretor global de pesquisa da trendwatching.com, define o que move o consumidor hoje. Para o especialista em consumo, se antes ter o melhor carro, o relógio certo ou ser o mais bonito do recinto era sinônimo de status, agora o que vale é estar mais online, ser mais “verde” ou mais inteligente. O consumidor não é mais o mesmo.

É o que a trendwatching.com chamou de “status phere” (um trocadilho com o termo “stratosphere”, ou “estratosfera”, em português). Esta é uma das principais tendências de consumo identificadas pela consultoria, que serão apresentadas em um road show mundial, marcado para começar em São Paulo, no mês de agosto.

“Se você é uma empresa, deve saber exatamente com qual esfera quer se comunicar. Uma vez feito isso, é necessário vender algo que permita ao consumidor contar uma história sobre quem ele é”, explica Mason.

A mudança de mentalidade já começa a se refletir nas empresas. No setor automotivo, por exemplo, as marcas de luxo passaram a promover cursos de direção defensiva, conta Luciana Stein, diretora da trendwatching.com para América Central e do Sul. Muitas vezes, para vender o produto é preciso vender antes uma experiência.

Junto e misturado

Outra tendência, antecipada pela trendwatching.com para Época Negócios, é a “bridge the gap” (algo como construindo pontes para diminuir lacunas). Segundo os pesquisadores, a sociedade está consciente de que erradicar a pobreza é algo que faz bem ao próximo e a si mesmo, já que resolve problemas sociais como a violência. Isso se traduz em iniciativas como a da marca Schincariol, com o movimento “Esse é o meu lugar”. O projeto mostra a rotina de comunidades como a Cidade de Deus e o Morro do Alemão e dá oportunidade a produtores de conteúdo de regiões menos favorecidas do Rio de Janeiro.

Generosidade corporativa? Não, estratégia comercial. Uma pesquisa recente do Data Popular mostrou que o consumo da classe D já ultrapassa o da classe B em diversos categorias de produtos como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis, itens de higiene e beleza e medicamentos.

De acordo com o instituto, apenas com eletroeletrônicos, em 2011, a classe D teve um gasto de R$ 10,9 bilhões, 25,3% a mais que a classe B. O fenômeno foi matéria de capa da última edição de Época Negócios. Foi-se o tempo em que o luxo ditava o consumo. São as expressões da baixa renda que agora saem das novelas e invadem o dia a dia de todos (de A a E).

 
Há um movimento de intersecção entre os mundos on e offline. Um caso que exemplifica bem esse movimento é o do supermercado britânico Tesco, que criou gôndolas virtuais em estações de metrô da Coreia, nas quais o consumidor podia usar o smartphone, apontar para a imagem e comprar os produtos. Ao chegar em casa, como mágica, a compra já havia sido entregue. O objetivo era aumentar as vendas sem ter de aumentar o número de lojas, mas o caso fez tanto sucesso que foi replicado no México pela rede Superama.
 
“As pessoas gostam do poder que têm no online. Mas elas também gostam do offline, porque são seres humanos. O Facebook é uma rede online, mas ele é sobre o que estamos fazendo no mundo real. Pessoas gostam de pessoas”, diz Mason.

Vendas no varejo crescem abaixo de 2011 no 1º semestre

3 jul

É o que mostram os dados da Associação Comercial de São Paulo divulgados wm 02.07. As vendas à vista nos primeiros seis meses de 2012 avançaram 2,8%, ante 7% verificados no primeiro semestre do ano passado. Já nas transações a prazo, o crescimento foi de 3,1% no período, também menos que os 6,4% de 2011.

A análise mensal também não é animadora. Em junho, as vendas à vista tiveram variação negativa de 3% sobre o mês anterior, segundo a ACSP. As compras parceladas tiveram um tímido crescimento de 1%.

Amazon chega ao Brasil no fim do ano

2 jul
Está programada a chegada da Amazon.com ao Brasil entre outubro e novembro deste ano de acordo com a Reuters.

A agência conversou com representantes de editoras brasileiras e uma fonte da indústria que conhece os planos da empresa. Essa pessoa disse que “o Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos digitais
, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades tributárias”.

Duas editoras confirmaram à Reuters que estão em conversas com Pedro Huerta, que responde pelo conteúdo do Kindle, o leitor de livros da companhia. A ideia é dominar 90% do mercado de e-books local, até porque muitos brasileiros já baixam conteúdo da empresa por meio de aparelhos comprados fora do país.

O Kindle deve ser vendido a R$ 500, valor três vezes superior ao praticado nos EUA, mas, ainda assim, mais baixo que produtos comercializados no Brasil.

Cerca de 30 editoras possuem contrato com a Amazon e espera-se que a empresa tenha uma “prateleira” de 10 mil livros digitais até a temporada de Natal.


Situação econômica ruim pode afastar o consumidor do comércio

28 jun

Dados como o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que recuou 2,8% em junho, e o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, que cresceu apenas 0,6% no mesmo mês, preocupam especialistas econômicos.

Na avaliação de Carlos Cruz, diretor do IBVendas (Instituto Brasileiro de Vendas), o brasileiro está mais cauteloso na hora de consumir. Por isso, ele ressalta que as empresas precisam “rever as estratégias de negócios” para conquistar mais clientes.

Algumas sugestões dadas por Cruz são investir em ações promocionais, planos de fidelização, e  estreitar o relacionamento com o cliente. A ideia é evitar que os consumidores afastem-se do comércio antes do fim do ano, quando acontecem as compras para o Natal e férias.

Interbrand divulga relatório das marcas mais verdes

27 jun

O relatório de Melhores Marcas Verdes de 2012 da Interbrand examina a diferença existente entre a prática ambiental corporativa e a percepção do consumidor sobre essas práticas usando seu relatório de Melhores Marcas Internacionais, uma pesquisa de consumo extensa e dados de desempenho fornecidos pela Deloitte – dados baseados em informação disponível ao público.

A Interbrand se refere à “diferença” como a diferença entre o desempenho da marca e a pontuação de percepção.

– Uma diferença positiva indica que o desempenho de sustentabilidade é maior na realidade do que na percepção dos consumidores.

– Uma diferença negativa indica que os consumidores entendem que uma marca é mais sustentável do que na realidade é.

À medida que as iniciativas com relação à sustentabilidade continuam ganhando relevância para os altos postos da corporação e para os consumidores, as companhias de todos os setores estão lutando para conseguir um saldo positivo entre construir um negócio verde e comunicar efetivamente as práticas sustentáveis para o mercado global.

O relatório deste ano mostra que as indústrias de todo o mundo estão tomando medidas acionáveis e quantificáveis para melhorar tanto o desempenho com  sustentabilidade e seu grau de informação externa.

Para saber mais acesse aqui.

Brasil alcança 75 milhões de acessos à banda larga

22 jun
 

O total de acessos à internet, por meio de conexão banda larga no país, somou 75 milhões em maio deste ano, com um crescimento de 74% em relação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), desde o início do ano, foram ativados 15,4 milhões de novos acessos fixos e móveis à internet rápida.

A banda larga móvel representa a maioria dos acessos, com 56,4 milhões de conexões. Desse total, 11,2 milhões são de modems de acesso à internet, segmento que cresceu 72,3% desde maio de 2011. Os acessos de terceira geração (3G), que incluem os smartphones, somaram 45,2 milhões, com crescimento de 128,6% na comparação com maio do ano passado. A banda larga fixa chegou a 18,7 milhões de acessos.

A cobertura das redes de terceira geração, que permitem a conexão móvel à internet em alta velocidade, já está presente em 2.958 mil municípios e a infraestrutura de banda larga fixa está instalada em todo o país.

  Fonte: Agência Brasil

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